Viagem foi articulada por Eduardo Bolsonaro com aliados ideológicos de Trump. Membros da comitiva disseram que documentos foram entregues a assessores da Casa Branca.
O senador pediu ao presidente americano a classificação das facções PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas. Ele também sugeriu a inclusão do Brasil no Escudo das Américas.
Enquanto Flávio Bolsonaro afirmou ter ficado uma hora e meia na Casa Branca, integrantes da comitiva relataram que o encontro com Donald Trump foi rápido e apenas para fotos.
A viagem aos Estados Unidos foi articulada pelo deputado Eduardo Bolsonaro, que vive no exterior e é investigado no Brasil por suspeitas de financiamento irregular.
Aliados avaliam que a agenda busca desviar o foco de notícias negativas recentes. Pesquisas Datafolha mostraram queda nas intenções de voto do senador após associação com um banqueiro.
O senador também disse que prometeu ao republicano incluir o Brasil no Escudo das Américas caso seja eleito. A coalizão, criada pelos EUA com países latino-americanos, tem como foco o combate ao crime organizado e combater interferências estrangeiras.
“Pedi enfaticamente ao presidente Trump que designe o quanto antes o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras”, afirmou.
Segundo Flávio, Trump respondeu que irá analisar a classificação das facO senador também disse que conversou com Trump sobre tarifas e terras raras.
Ainda segundo Flávio, Trump perguntou sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, atitude que ele classificou como um “gesto humano”. O parlamentar afirmou ainda ter recebido do presidente americano uma “challenge coin”, uma espécie de moeda militar comemorativa.
Flávio chegou aos EUA na segunda-feira (25). A viagem foi articulada por Eduardo Bolsonaro junto à ala ideológica do governo Trump.
Apesar de o senador afirmar que a comitiva ficou por cerca de uma hora e meia na Casa Branca e passou bastante tempo reunida com Trump, fontes relataram que o encontro entre os dois foi rápido.
Membros da comitiva disseram que entregaram documentos a assessores da Casa Branca. Na sequência, Flávio, Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo entraram no Salão Oval apenas para tirar uma foto com o presidente norte-americano brasileiras como grupos terroristas .











