Governo do Brasil, por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec) do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), enviará neste domingo, 3, uma equipe técnica à Paraíba para apoiar os municípios afetados pelas fortes chuvas registradas nos últimos dias.
Os técnicos vão orientar as prefeituras sobre o reconhecimento federal de situação de emergência, além da solicitação de recursos para assistência humanitária, restabelecimento e reconstrução.
O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, afirmou que está em contato com autoridades locais para acompanhar a situação das chuvas na Paraíba e garantir o apoio do Governo Federal às ações de resposta.
“Vamos reconhecer de forma imediata os municípios que precisarem desse reconhecimento. Esse é um passo fundamental, pois permite mobilizar toda a estrutura do Governo Federal — desde as Forças Armadas e a Defesa Civil Nacional, no atendimento à ajuda humanitária, até as açõSegundo o balanço mais recente da Defesa Civil estadual, a Paraíba registra aproximadamente 16,1 mil pessoas afetadas pelas chuvas, além de 624 desalojados, 703 desabrigados e dois óbitos. Os maiores impactos concentram-se nos municípios de Bayeux, Rio Tinto, Mamanguape, Sapé, Ingá, João Pessoa e Cabedelo.
O diretor do Departamento de Obras de Proteção e Defesa Civil da Sedec, Paulo Roberto Farias Falcão, explicou que o trabalho da equipe federal inclui apoio técnico aos municípios para levantamento de danos e acesso aos recursos do Governo Federal.
Ele está em Pernambuco, onde participa de reuniões com autoridades estaduais e municipais desde a chegada da equipe técnica da Defesa Civil Nacional ao estado.
“A missão aqui do Governo Federal é prestar apoio. Inicialmente, estamos na fase de levantamento de danos, tentando identificar as demandas e orientar o Estado e os municípios para que possam solicitar recursos para ações de assistência humanitária, restabelecimento e reconstrução”, afirmou.es necessárias para o restabelecimento da normalidade”, afirmou o ministro.









