A Secretaria de Saúde disse que vai emitir um posicionamento e a Educação ainda não forneceu uma resposta até a última atualização desta reportagem.
Esse plano deve conter, de acordo com o Ministério Público, a definição mínima das atribuições da família, da unidade escolar, da gestão escolar, das secretarias em questão e da Atenção Primária à Saúde, do Programa Saúde na Escola e, quando houver, de cuidador, profissional de apoio ou servidor capacitado. O plano quer a delimitação de cada atribuição. A medida cita que o diagnóstico de diabetes pode resultar em exclusão, constrangimento ou barreiras práticas ao aprendizado e à permanência de crianças e adolescentes no ambiente escolar. As escolas devem ter a elaboração de um plano individual de cuidado escolar em saúde para esses estudantes. Esse registro deverá conter o histórico clínico relevante, sinais de alerta, condutas autorizadas, contatos de emergência e diretrizes de medicação e alimentação. Previsão de kits e o papel dos paisNa recomendação, o MP quer que escolas municipais promovam capacitações sobre diabetes em diferentes níveis para profissionais da educação e saúde. A orientação também prevê que unidades com alunos diagnosticados mantenham um kit com monitor de glicemia, insulina, seringas e açúcar para casos de hipoglicemia. Os pais devem informar oficialmente a necessidade de aplicação de insulina, enquanto a escola precisa manter prescrições médicas atualizadas e garantir alimentação adequada quando houver recomendação médica, também conforme a recomendação. O MPPB também reforçou que alunos com diabetes não podem sofrer restrições em atividades escolares, esportivas ou recreativas. |











