# Requalificação da Estação Nova vai transformar mobilidade, lazer e cidadania em Campina Grande A Prefeitura de Campina Grande segue avançando com o projeto de requalificação da Estação Nova, uma das maiores intervenções urbanas da cidade, que promete transformar completamente a área histórica em um moderno complexo de lazer, tecnologia, mobilidade e cidadania. A Estação Nova é composta por cinco edificações e, após as obras, ganhará novos usos e funcionalidades. Entre os espaços previstos estão a Estação Gastronômica, com restaurantes, praça de alimentação e banheiros; a Estação Cidadania, que contará com salas de aprendizagem, espaços para reuniões, atendimento de órgãos públicos municipais, como Semas, STTP, Sine, Procon e Guarda Municipal, além de Coworking Social e Café da Estação. O projeto também contempla a criação da Estação Tecnológica, equipada com auditório, salas de atividades, incubadora de startups e espaços para reuniões, fortalecendo a inovação e o empreendedorismo na cidade. Outro grande destaque será o Parque da Estação Nova, que terá ciclovias, playgrounds, quadras poliesportivas, academia popular, áreas verdes, espaço pet, pistas de caminhada, estacionamentos, lanchonetes e diversos equipamentos voltados ao lazer e qualidade de vida da população. Além disso, a cessão da linha férrea ao município, realizada pelo Dnit, permitirá a integração entre diferentes modais de transporte, oferecendo espaços para VLT, ônibus, táxis, mototáxis, bicicletas e transporte por aplicativo, promovendo mais mobilidade urbana e acessibilidade. O projeto do VLT em Campina Grande prevê a modernização de mais de 15 quilômetros da linha férrea, ligando o bairro do Araxá ao Conjunto Aluízio Campos. A iniciativa deve beneficiar diretamente cerca de 100 mil pessoas, conectando áreas comerciais, hospitais e instituições de ensino. Segundo o superintendente da STTP, Neto Medeiros, o VLT será um importante instrumento de conexão social, integrando a cidade de Sul a Norte e facilitando o acesso aos polos jurídico, comercial, educacional e de saúde. A obra também prevê mudanças significativas no trânsito da região, incluindo a criação de um binário para melhorar o fluxo na avenida Almeida Barreto. De acordo com o secretário de Planejamento, Marcus Nogueira, a Almeida Barreto passará a operar em sentido único em determinado trecho, enquanto uma nova avenida será construída para desafogar o trânsito da área. O secretário de Obras, Joab Machado, destacou o impacto histórico e social da intervenção urbana. “Esta é uma das obras mais desafiadoras da gestão do prefeito Bruno Cunha Lima, pois une a preservação da história da cidade, no estilo Art Déco, à modernização de uma área de aproximadamente 90 mil metros quadrados. Estamos transformando um espaço histórico em um grande complexo de lazer, esporte e cidadania, que vai mudar a dinâmica da região e orgulhar todo campinense”, afirmou. A requalificação da Estação Nova representa um marco para o futuro de Campina Grande, reunindo desenvolvimento urbano, mobilidade, inovação e valorização da história da cidade em um único projeto. Codecom

# Requalificação da Estação Nova vai transformar mobilidade, lazer e cidadania em Campina Grande A Prefeitura de Campina Grande segue avançando com o projeto de requalificação da Estação Nova, uma das maiores intervenções urbanas da cidade, que promete transformar completamente a área histórica em um moderno complexo de lazer, tecnologia, mobilidade e cidadania. A Estação Nova é composta por cinco edificações e, após as obras, ganhará novos usos e funcionalidades. Entre os espaços previstos estão a Estação Gastronômica, com restaurantes, praça de alimentação e banheiros; a Estação Cidadania, que contará com salas de aprendizagem, espaços para reuniões, atendimento de órgãos públicos municipais, como Semas, STTP, Sine, Procon e Guarda Municipal, além de Coworking Social e Café da Estação. O projeto também contempla a criação da Estação Tecnológica, equipada com auditório, salas de atividades, incubadora de startups e espaços para reuniões, fortalecendo a inovação e o empreendedorismo na cidade. Outro grande destaque será o Parque da Estação Nova, que terá ciclovias, playgrounds, quadras poliesportivas, academia popular, áreas verdes, espaço pet, pistas de caminhada, estacionamentos, lanchonetes e diversos equipamentos voltados ao lazer e qualidade de vida da população. Além disso, a cessão da linha férrea ao município, realizada pelo Dnit, permitirá a integração entre diferentes modais de transporte, oferecendo espaços para VLT, ônibus, táxis, mototáxis, bicicletas e transporte por aplicativo, promovendo mais mobilidade urbana e acessibilidade. O projeto do VLT em Campina Grande prevê a modernização de mais de 15 quilômetros da linha férrea, ligando o bairro do Araxá ao Conjunto Aluízio Campos. A iniciativa deve beneficiar diretamente cerca de 100 mil pessoas, conectando áreas comerciais, hospitais e instituições de ensino. Segundo o superintendente da STTP, Neto Medeiros, o VLT será um importante instrumento de conexão social, integrando a cidade de Sul a Norte e facilitando o acesso aos polos jurídico, comercial, educacional e de saúde. A obra também prevê mudanças significativas no trânsito da região, incluindo a criação de um binário para melhorar o fluxo na avenida Almeida Barreto. De acordo com o secretário de Planejamento, Marcus Nogueira, a Almeida Barreto passará a operar em sentido único em determinado trecho, enquanto uma nova avenida será construída para desafogar o trânsito da área. O secretário de Obras, Joab Machado, destacou o impacto histórico e social da intervenção urbana. “Esta é uma das obras mais desafiadoras da gestão do prefeito Bruno Cunha Lima, pois une a preservação da história da cidade, no estilo Art Déco, à modernização de uma área de aproximadamente 90 mil metros quadrados. Estamos transformando um espaço histórico em um grande complexo de lazer, esporte e cidadania, que vai mudar a dinâmica da região e orgulhar todo campinense”, afirmou. A requalificação da Estação Nova representa um marco para o futuro de Campina Grande, reunindo desenvolvimento urbano, mobilidade, inovação e valorização da história da cidade em um único projeto. Codecom

 


A equipe de fiscalização do Procon de Campina Grande deu mais um importante passo para garantir a segurança e a saúde dos forrozeiros d’O Maior São João do Mundo ao capacitar, nesta quinta-feira (28), oito de seus fiscais para a utilização de kits de identificação de metanol em bebidas alcoólicas.

O foco dessa frente de ação preventiva está na categoria de cachaças brancas e/ou pratas, popularmente conhecidas como “cristais”. A iniciativa do órgão tem como principal objetivo coibir a venda de produtos adulterados com o metanol, uma substância altamente tóxica cuja ingestão representa um gravíssimo risco à vida da população.

O treinamento que preparou os agentes do Procon-CG foi realizado de forma detalhada e prática nas instalações do Laboratório de Instrumentação Industrial (LINS), da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). A capacitação foi conduzida e ministrada diretamente pelos cientistas Marcelo Bento e Kallyna Costa, profissionais que trabalharam ativamente em todo o processo de desenvolvimento da tecnologia desses kits colorimétricos, o que garantiu aos fiscais o repasse de informações precisas e técnicas sobre o manuseio adequado dos testes.

Com a conclusão dessa etapa, a equipe ganha um reforço ágil e essencial para as ações de fiscalização durante a realização d’O Maior São João do Mundo. A grande vantagem tecnológica dos kits é que, a partir de agora, sempre que houver qualquer suspeita de irregularidade ou adulteração nas bebidas comercializadas na festa, os fiscais do Procon-CG não precisarão aguardar processos demorados. Eles poderão realizar os testes de detecção in loco, diretamente nas barracas e quiosques do Parque do Povo, garantindo uma resposta imediata e protegendo forrozeiros e turistas de possíveis intoxicações no próprio local do evento.

O desenvolvimento desses kits inovadores que chegam às mãos dos fiscais é fruto de um robusto trabalho de pesquisa acadêmica voltado para a detecção de metanol em bebidas destiladas. O estudo foi liderado e coordenado pelo professor David Douglas Fernandes, pesquisador vinculado ao Programa de Pós-graduação em Química (PPGQ).

O projeto de excelência contou também com a colaboração de uma equipe multidisciplinar formada pelo professor Railson de Oliveira Ramos, pelo professor Germano Veras, também ligado ao PPGQ, e pelo professor Felix Brito, do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal (PPGCA), além de contar com a participação ativa e o empenho de diversos outros pesquisadores e acadêmicos que tornaram essa tecnologia em prol da saúde pública uma realidade.

Codecom